quinta-feira, 20 de maio de 2010

não estado da nação...

O estado da naçao, é a nação sem estado.
Portugal, atravessa uma crise profunda.disfarçada, nada assumida, tudo de fugida.
Quem manda, quem governa, desgoverna-se..cola com cuspo, como se a Europa fosse a culpa de Portugal estar assim. Que chatice, somos europeus...somos vitimas, do euro, somos vitimas da europa. Calcule-se!Encolhemos os ombros, sem nada fazer, pagamos mais impostos, pagamos pagamos pagamos...cadê o recibo, contra a factura eterna?
Quanto mais sei disto, mais confirmo o meu sonho. ir embora daqui. viver no campo, viver do que planto, colher o que semeio. não é fuga, é procura e busca, de uma vida com qualidade.
Recuso me a ser contagiada, recuso-me a ser mais uma que se conforma encolhe os ombros e continua.
não somos iguais a eles, aos wanna be's que tudo dao para o poder ter.
Ao menos sei isso..um dia vou.

terça-feira, 4 de maio de 2010

sobre a generosidade.




A generosidade é dos melhores dons que considero.A generosidade torna as pessoas maiores pelo bem que fazem aos outros. Dar sem esperar, dar a entregar, dar porque se pode e se quer e se percebe que alguem precisa. O começo da generosidade é a atençao e a disponibilidade para se apanhar o outro numa curva apertada e a antecipaçao da dadiva gratuita, que se presta, que se poe a jeito.
É na forma de um sorriso, de uma esmola, de tempo, de boleias, de cartas e palavras que se dizem e escrevem, de um abraço, de uma transferencia. É em todos os sentidos a transferencia de uma qualquer coisa de nós ao outro. E a verdade, é que quanto mais se dá, mais nos multiplicamos. Aí se percebe que o alivio do outro tambem é nosso, o seu contentamento também nos pertence em apaziguamento e consolo.
Vale a pena dar. Sempre.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

take to of us

adoro tu.

fica sempre o vazio de quando partes.
fica sempre em mim presente a obrigaçao da dignidade, da força, da coragem para tentar tornar banal a tua partida. como se nada fosse, como se  fosse costume e habito. como se ha anos assim fosse.
mas não. custa me muito. nao te quero deixar ir. apetece me que nao haja avioes naquele dia, nem nos outros, apetece-me que numa força do destino não te deixem embarcar afinal, porque o aviao não tem combustivel, devido a uma greve da galp......apetece me sempre que fiques por tudo, ou por nada, mas que fiques.
e sei meu amor, que 1 dia haverá em que nunca mais voltas, e ficas connosco para sempre.
sei isso no fundo de mim e consolo-me, por tanto acreditar.
a vida é isto mesmo.
fica o teu cheiro na almofada, que recuso por a lavar, e durmo agarrada ate nao poder mais....ficam as imagens os sons as memorias tão vivas de momentos que sao nossos, e ninguem tira, eu sei.
ficas em mim, estas em mim, sou em ti...adoro, adorar-te.

terça-feira, 20 de abril de 2010

tu nao és eu.

se eu fosse tu, nao era assim. nao era como tu és. era mais numas coisas, como eu sou.
facil dizer isto quando não sou tu. tu la sabes as razoes que te levam.
ficas com isso. eu fico comigo.

terça-feira, 13 de abril de 2010

never, never forget how to kiss


hoje publica-se o dia do beijo.
o beijo é uma entrada para um qualquer paraiso, li algures hoje a proposito da data.
adoro beijos. todos. nos pes do meu sobrinho francisco á bocado. nas bochechas do meu duarte, na boca do meu amor...beijos de olhos fechados, directos ao coraçao.
beijos parados, beijos emocionados, beijos suspensos, beijos apaixonados. beijos a dormir. beijos a sonhar.beijos acordar. beijos no mar. beijos de principe que tu es para mim..

o obvio tambem se diz.


o obvio so porque é obvio, tambem tem direito a tempo de antena.
ou só porque de ser obvio, nao merece ser ouvido?
se o obvio se confirma por obvio ser, mais uma razao para dizer...até porque o obvio para ti, pode nao ser tão obvio assim, para mim.
nunca é demais confirmar de vez em quando o obvio do que se sente, por exemplo.
uma coisa é esbanjar e gastar sem tom nem som, outra coisa é dizer porque ouvir é importante...por mais que se saiba, por mais que se sinta. não se gastam as palavras se estas são mesmo sentidas. vivem-se. animam-se. e enchem-nos o dia.
eu digo quase sempre o que sinto. invisto em dizer, acredito assim multiplicar.
para mim o obvio tambem se diz..